Caixas frigoríficas para transporte de congelados e refrigerados.
para transporte de congelados e refrigerados.
Fabricamos caixas frigoríficas para furgões, camiões e semirreboques, com grupo de frio dimensionado para a carga, a rota e o veículo de cada cliente.
+34 anos
a fabricar carroçarias.
ATP
certificação pelo ISQ.
100%
fabrico próprio.
FRA a FRC
classes ATP frigoríficas.
A caixa frigorífica produz frio ativo e mantém a carga à temperatura de regime, em rotas longas, com portas abertas muitas vezes ou com congelados.
É a solução quando a temperatura tem de ser produzida e não apenas conservada: congelados e ultracongelados, refrigerados em percursos longos, ou distribuição com aberturas frequentes que a caixa isotérmica não recupera.
Cada caixa é projetada a partir da atividade do cliente, com o grupo de frio escolhido para a operação, e certificada ATP pelo ISQ antes da entrega.
Características das caixas frigoríficas
Grupo de frio integrado
Thermo King, Carrier ou Thermal Master, dimensionado para o volume da caixa e a temperatura de regime.
Isolamento reforçado
Painel de poliuretano injetado com espessura superior à da caixa isotérmica, para manter temperaturas negativas.
Certificação ATP pelo ISQ
Cada unidade é ensaiada e certificada na classe frigorífica correspondente, de FRA a FRC.
Registo de temperatura
Registador aferido conforme a legislação em vigor, com histórico exportável por viagem.
Construção à medida
Projetada à medida da operação: chassis, carga e rota de cada cliente.
Assistência própria
O mesmo interlocutor do fabrico à recertificação, incluindo a manutenção do grupo de frio.
Aplicações típicas
Da distribuição de congelados ao transporte farmacêutico, o grupo de frio é dimensionado para cada carga.
Cada setor define a temperatura de regime, o volume da caixa e o número de aberturas de porta por rota. É com esses três dados que se escolhe a classe ATP e o grupo de frio, e é nas rotas longas e nos congelados que a caixa frigorífica é obrigatória.
Distribuição alimentar
Congelados, carnes, pescado e laticínios em rotas com aberturas frequentes.
Farmácia e saúde
Medicamentos com intervalo térmico estrito e registo de temperatura obrigatório.
Catering e HORECA
Refeições frias e congeladas para eventos e restauração, com zonas térmicas separadas.
Floricultura e viveiros
Rotas longas ou espécies com intervalo térmico estreito, com grupo regulado para não desidratar.
Pequeno transporte local
Talho, peixaria e gelados com produto congelado em rota diária.
Logística
Distribuição de congelados e refrigerados entre plataformas e pontos de entrega.
Congelados, carnes, pescado e laticínios em rotas com aberturas frequentes.
Medicamentos com intervalo térmico estrito e registo de temperatura obrigatório.
Refeições frias e congeladas para eventos e restauração, com zonas térmicas separadas.
Rotas longas ou espécies com intervalo térmico estreito, com grupo regulado para não desidratar.
Talho, peixaria e gelados com produto congelado em rota diária.
Distribuição de congelados e refrigerados entre plataformas e pontos de entrega.
Como é construída uma carroçaria frigorífica
O painel isola, o grupo de frio produz, a estanquidade das portas decide. Os três são dimensionados em conjunto para a temperatura de regime.
Painel isotérmico reforçado
O corpo da caixa é um painel sandwich de fabrico próprio: faces em poliéster com espuma de poliuretano injetada no interior, com espessura superior à da caixa isotérmica para manter temperaturas negativas com o menor consumo do grupo. Teto, laterais, portas e piso têm espessuras diferentes, consoante a exposição térmica de cada face.
Grupo de frio e evaporação
A frente da caixa recebe reforço estrutural para o grupo de frio, e o evaporador é posicionado para distribuir o ar frio ao longo de todo o volume. A potência do grupo é calculada para o volume da caixa, a classe ATP pretendida e o número de aberturas de porta por rota. Instalação e assistência de Thermo King, Carrier e Thermal Master pela Visopoli.
Portas e estanquidade
Numa caixa frigorífica, a perda de frio acontece sobretudo nas portas. Vedação por borracha de múltiplas lamelas, aro em aço inoxidável e fechos de pressão mantêm a estanquidade ao longo dos anos de abertura diária. Cortinas de lamelas na porta traseira reduzem a entrada de ar quente durante a descarga.
Estrutura e integração no veículo
Estrutura autoportante, com painéis unidos por adesivos estruturais e subchassis dimensionado para o chassis de origem, do furgão ao semirreboque. Piso reforçado para carga paletizada, com drenagem para lavagem interior.
FRA a FRC
Classes ATP suportadas
até 110 mm
Espessura do painel
Poliéster com proteção UV
Material exterior
Poliéster de contacto alimentar
Material interior
Poliuretano injetado
Isolante
−20 °C
Temperatura de regime
Configurações e opções
A configuração standard inclui o grupo de frio e cobre a operação ATP em Portugal. Os opcionais adaptam a caixa ao tipo de carga, à rota e ao número de zonas térmicas.
Cada caixa frigorífica é desenvolvida em função das necessidades do cliente.
A lista abaixo corresponde ao equipamento de série; o grupo de frio é especificado por proposta, e os opcionais são orçamentados com ele.
Configuração standard
Abertura total traseira com porta de duas folhas
Vedação por borracha de múltiplas lamelas
Ferragens em aço inoxidável com fechos de pressão
Aro de porta em vinil refletor
Grupo de frio Thermo King, Carrier ou Thermal Master, dimensionado por proposta
Reforço frontal para o grupo e evaporador com distribuição de ar
Termóstato de cabina com indicação de temperatura
Proteção de arestas em alumínio anodizado
Piso reforçado com revestimento antiderrapante e drenagem
Rodapé em alumínio anodizado
Batente de borracha na traseira
Guarda-lamas em alumínio com palas antiprojeção
Iluminação interior LED ativada por abertura de porta
Iluminação exterior LED conforme UNECE R48
Opcionais e extras
Porta lateral de uma ou duas folhas, com vedação frigorífica
Cortina de lamelas na porta traseira
Escada rebatível de acesso
Standby elétrico para funcionamento com o motor desligado
Divisória tipo colchão para bi-temperatura, com segundo evaporador
Prateleiras rebatíveis ou fixas em alumínio
Calhas de fixação em alumínio, inox ou galvanizado
Piso em chapa de alumínio antiderrapante
Ganchos e varão para carne suspensa
Defletor aerodinâmico na cabine
Personalização gráfica com lettering ou imagem do cliente
Gamas
Cinco gamas de veículo, do furgão urbano ao semirreboque de longa distância, com grupo de frio dimensionado para cada volume.
Distribuição urbana de refrigerados e congelados, com grupo de frio compacto.
A escolha habitual da distribuição alimentar diária com carga mista.
Rotas regionais e cargas maiores, com bi-temperatura frequente.
Longo curso e abastecimento entre plataformas.
Máxima capacidade de carga por viagem, em regime de congelação.
Projetos realizados
Veja alguns exemplos de projetos realizados.
Caixa frigorífica para transporte de marisco vivo
Caixa frigorífica sobre camião ligeiro para transporte de marisco vivo em dois contentores com água, com oxigenação e temperatura controlada.
O circuito de água está integrado na parede frontal e os contentores fixam-se às calhas laterais com cintas. À frente, um compartimento com porta lateral permite transportar congelados na mesma viagem.
Veículo: camião ligeiro Mitsubishi Fuso Canter
Carga: marisco vivo em contentores com água e congelados no compartimento frontal
Grupo de frio: Carrier Xarios 350
Controlo: oxigenação da água e registador de temperatura com duas sondas
Fixação: calhas laterais e cintas de amarração
Acessos: porta traseira de duas folhas, porta lateral e escada rebatível










Perguntas frequentes
Que classe ATP preciso para transportar congelados?
Para congelados e ultracongelados, a classe FRC, que garante temperatura de regime até −20 °C. Para refrigerados entre 0 e +12 °C, a classe FRA é suficiente; a FRB cobre o intervalo intermédio até −10 °C. A classe determina a espessura do painel, a potência do grupo e o ensaio a que a caixa é sujeita pelo ISQ, e é definida na proposta a partir do produto e da rota.
Como se escolhe a potência do grupo de frio?
Pelo volume da caixa, pela temperatura de regime pretendida e pelo número de aberturas de porta por rota. Uma rota de distribuição com vinte paragens exige mais potência do que um percurso longo com portas fechadas, para o mesmo volume. A Visopoli dimensiona o grupo por operação e instala Thermo King, Carrier ou Thermal Master conforme o perfil.
É possível transportar refrigerados e congelados no mesmo veículo?
Sim. A divisória tipo colchão separa o interior em duas zonas térmicas, com um segundo evaporador na zona de congelação, e desloca-se ao longo das calhas para ajustar o volume de cada zona à carga do dia. É a configuração habitual em distribuição alimentar com carga mista.
O grupo de frio funciona com o veículo parado?
Com a opção de standby elétrico, sim: ligado à rede, mantém a temperatura durante a carga no armazém, a pernoita ou a espera no cais, sem o motor ligado. Sem essa opção, o grupo funciona apenas com o motor do veículo ou com motor próprio. A escolha faz parte da especificação inicial.
Quanto pesa uma caixa frigorífica face a uma isotérmica?
Mais, pelo painel mais espesso e pelo grupo de frio, e o acréscimo desconta na carga útil. Em veículos ligeiros, é o fator que mais pesa na decisão entre as duas soluções. Na proposta, a Visopoli indica a tara prevista e a carga útil disponível para cada configuração.
Quem faz a manutenção do grupo de frio e a recertificação?
A Visopoli, na oficina em Viseu: manutenção preventiva e reparação do grupo, substituição de vedantes, reparação de painéis e a recertificação ATP periódica, para caixas próprias e de outros fabricantes. Uma avaria no sistema de frio é agendada como urgente, porque compromete a carga.
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